Redirecionamento

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Texto e vídeo: Íntegra da entrevista de Dilma Rousseff ao Jornal Nacional


William Bonner: O Jornal Nacional dá início nesta segunda-feira a uma série de entrevistas ao vivo com os principais candidatos à presidência da República. Nós vamos abordar aqui temas polêmicos das candidaturas e também confrontar os candidatos com suas realizações em cargos públicos. É claro que não seria possível esgotar esses temas todos em uma única entrevista, mas nas próximas semanas os candidatos estarão também no Bom Dia Brasil e no Jornal da Globo. O sorteio realizado com a supervisão de representantes dos partidos determinou que a candidata do PT, Dilma Rousseff, seja a entrevistada de hoje. Nós agradecemos a presença da candidata. Boa noite, candidata.

Dilma Rousseff: Boa noite.

William Bonner: E informamos também que o tempo de 12 minutos da entrevista começa a contar a partir de agora. Candidata, o seu nome como candidata do PT à Presidência foi indicado diretamente pelo presidente Lula, ele não esconde isso de ninguém. Algumas pessoas criticaram, disseram que foi uma medida autoritária, por não ter ouvido as bases do PT. Por outro lado, a senhora não tem experiência eleitoral nenhuma até esse momento. A senhora se considera preparada para governar o Brasil longe do presidente Lula?

Dilma Rousseff: Olha, William, olha, Fátima, eu considero que eu tenho experiência administrativa suficiente. Eu fui secretária municipal da Fazenda, aliás, a primeira secretária municipal da Fazenda de capital. Depois eu fui sucessivamente, por duas vezes, secretária de Energia do Rio Grande do Sul. Assumi o ministério de Minas e Energia, também fui a primeira mulher, e fui coordenadora do governo ao assumir a chefia da Casa Civil, que vocês sabem, é o segundo cargo mais importante na hierarquia do governo federal. Então, eu me considero preparada para governar o país. E mais do que isso, eu tenho experiência, eu conheço o Brasil de ponta a ponta, conheço os problemas do governo brasileiro.

William Bonner:
Mas a sua relação com o presidente Lula, a senhora faz questão de dizer que é muito afinada com ele. Junto a isso, o fato de a senhora não ter experiência e ter tido o nome indicado diretamente por ele, de alguma maneira a senhora acha que isso poderia fazer com que o eleitor a enxergasse ou enxergasse o presidente Lula atualmente como um tutor de seu governo, caso eleita?

Dilma Rousseff: Você sabe, Bonner, o pessoal tem de escolher o que é que eu sou. Uns dizem que eu sou uma mulher forte, outros dizem que eu tenho tutor. Eu quero te dizer o seguinte: a minha relação política com o presidente Lula, eu tenho imenso orgulho dela. Eu participei diretamente com o presidente, fui braço direito e esquerdo dele nesse processo de transformar o Brasil num país diferente, num país que cresce, distribui renda, em que as pessoas têm primeira vez, depois de muitos anos, a possibilidade de subir na vida. Então, não vejo problema nenhum na minha relação com o presidente Lula. Pelo contrário, eu vejo que até é um fator muito positivo, porque ele é um grande líder, e é reconhecido isso no mundo inteiro.

Fátima Bernardes: A senhora falou de temperamento. Alguns críticos, muitos críticos e alguns até aliados falam que a senhora tem um temperamento difícil. O que a gente espera de um presidente é que ele, entre outras coisas, seja capaz de fazer alianças, de negociar, ter habilidade política para fazer acordos. A senhora de que forma pretende que esse temperamento que dizem ser duro e difícil não interfira no seu governo caso eleita?

Dilma Rousseff: Fátima, estava respondendo justamente isso, eu acho que têm visões construídas a meu respeito. Eu acho que sou uma pessoa firme, acho que em relação aos problemas do povo brasileiro eu não vacilo. Acho que o que tem que ser resolvido prontamente, nós temos que fazer um enorme esforço. Eu me considero hoje, até pelo cargo que ocupei, extremamente preparada no sentido do diálogo. Nós, do governo Lula, somos eminentemente um governo do diálogo. Em relação aos movimentos sociais, você nunca vai ver o governo do presidente Lula tratando qualquer movimento social a cassetete. Primeiro nós negociamos, dialogamos. Agora, nós também sabemos fazer valer a nossa autoridade. Nada de ilegalidade nós compactuamos.

Fátima Bernardes: Agora, no caso, por exemplo, a senhora falou de não haver cassetete, mas talvez seja a forma de a senhora se comportar. O próprio presidente Lula, este ano, em discurso durante uma cerimônia de posse de ministros, ele chegou a dizer que achava até natural haver queixas contra a senhora, mas que ele recebeu na sala dele várias pessoas, colegas, ex-ministros, ministros, que iam lá se queixar que a senhora maltratava eles.

Dilma Rousseff: Olha, Fátima, é o seguinte, no papel, sabe dona de casa? No papel de cuidar do governo é meio como se a gente fosse mãe, tem uma hora que você tem de cobrar resultado. Quando você cobra resultados, você tem de cobrar o seguinte: olha, é preciso que o Brasil se esforce, principalmente o governo, para que as coisas aconteçam, para que as estradas sejam pavimentadas, para que ocorra saneamento. Então tem uma hora que é que nem, você imagina lá sua casa, a gente cobra. Agora, tem outra hora que você tem de incentivar, garantir que a pessoa tenha estímulo para fazer.

Fátima Bernardes: Como mãe eu entendo, mas, por exemplo, como presidente não tem uma hora que tem que ter facilidade de negociar, por exemplo, futuramente no Congresso, futuramente com líderes mundiais, ter um jogo de cintura ai?

http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2010/08/09/dilma_bancada.jpg 


William Bonner: O presidente falou em maltratar, não é, candidata?

Dilma Rousseff: Não, o presidente não falou em maltratar, o presidente falou que eu era dura.

William Bonner: Não, ele disse isso. A senhora me perdoe, mas o discurso dele está disponível. Ele disse assim: as pessoas diziam que foram maltratadas pela senhora. Mas a gente também não precisa ficar nessa questão até o fim da entrevista, têm outros temas.

Dilma Rousseff: É muito difícil, depois de anos e anos de paralisia, e houve isso no Brasil. O Brasil saiu de uma era de desemprego, desigualdade e estagnação para uma era de prosperidade. Nós tínhamos perdido a cultura do investimento, aí houve uma força muito grande da minha parte nesse sentido, de cumprir meta, de fazer com que o governo Lula fosse esse sucesso que tenho certeza que está sendo.

William Bonner: A senhora tem agora na sua candidatura, além do apoio do presidente, alianças formadas para essa sua candidatura. Por exemplo, a do deputado Jader Barbalho, a do senador Renan Calheiros, da família Sarney, a senhora tem o apoio do ex-presidente Fernando Collor. São todas figuras da política brasileira, que, ao longo de muitos anos, o PT, o seu partido, criticou severamente, eram considerados como oligarcas pelo PT. Onde foi que o PT errou, ou melhor, quando foi que ele errou: quando fez aquelas críticas todas ou está errando agora, quando botou todo mundo debaixo do mesmo guarda-chuva?

Dilma Rousseff:  Eu perguntava outra coisa: onde foi que o PT acertou? Quando percebeu que governar um país com a complexidade do Brasil implica necessariamente na sua capacidade de construir uma aliança ampla. O PT não tinha experiência de governo, agora tem. Nós não erramos e vou te explicar em que sentido: não é que nós aderimos ao pensamento de quem quer que seja. O governo Lula tinha uma diretriz: focar na questão social, fazer com que o país tivesse a seguinte oportunidade, primeiro, de um país que era considerado dos mais desiguais do mundo, diminuir em 24 milhões a pobreza. Um país em que as pessoas não subiam na vida elevar para as classes médias 31 milhões de brasileiros. Para fazer isso, quem nos apóia, aceitando os nossos princípios e aceitando as nossas diretrizes de governo, a gente aceita do nosso lado. Não nos termos de quem quer que seja, mas nos termos de um governo que quer levar o Brasil para um outro patamar.

William Bonner: O resumo é: o PT não errou nem naquela ocasião, nem agora.

Dilma Rousseff: Não, eu acho que o PT não tinha tanta experiência, sabe, Bonner, eu reconheço isso. Ninguém pode achar que um partido como o PT, que nunca tinha estado no governo federal, tem, naquele momento, a mesma experiência que tem hoje. Acho que o PT aprendeu muito, mudou, porque a capacidade de mudar é importante.

William Bonner: O PT tem hoje nas costas oito anos de governo, então é razoável que a gente tente abordar aqui alguma das realizações. Vamos discutir um pouco o desempenho do governo em algumas áreas, começando pela economia. O governo festeja, comemora muito melhoras da área econômica, no entanto, o que a gente observa, é que quando se compara o crescimento do Brasil com países vizinhos, como Uruguai, Argentina, Bolívia, e também com aqueles pares dos Brics, os chamados países emergentes, como China, Índia, Rússia, o crescimento do Brasil tem sido sempre menor do que o de todos eles. Por quê?

Dilma Rousseff:  Eu acredito que nós tivemos um processo muito mais duro no Brasil com a crise da dívida e com o governo que nos antecedeu. Eu acho que o Uruguai e a Bolívia são países, sem nenhum menosprezo, acho que os países pequenos têm que ser respeitados, do tamanho de alguns estados menores no Brasil, que é um país de 190 milhões de habitantes. Nós tivemos um processo no Brasil muito duro. Quando chegamos no governo, a inflação estava fora do controle. Nós tínhamos uma dívida com o Fundo Monetário, que vinha aqui e dava toda a receita do que a gente ia fazer. Nós tivemos que fazer um esforço muito grande para colocar as finanças no lugar e depois, com estabilidade, crescer. E isso, este ano, a discussão nossa é que estamos entre os países que mais crescem no mundo, estamos com a possibilidade de ter uma taxa de crescimento de 7% do Produto Interno Bruto.

William Bonner: Abaixo dos demais.

Dilma Rousseff: Não necessariamente, Bonner. Sem fazer comparações, a queda da economia na Rússia no ano passado foi terrível. Criamos quase 1,7 milhão de empregos no ano da crise.

Fátima Bernardes: Vamos falar um pouquinho de outro problema, que é o saneamento. Segundo dados do IBGE, o saneamento no Brasil passou de 46,4% para 53,2% no governo Lula, um aumento pequeno, de 1 ponto percentual mais ou menos, ao ano. Por que o resultado fraco numa área que é muito importante para a população?

Dilma Rousseff: Porque nós vamos ter um resultado excepcional a partir dos dados da pesquisa feita em 2010. Talvez uma das áreas em que eu mais me empenhei foi a área de saneamento, porque o Brasil investia menos de R$ 300 milhões no país inteiro. Hoje, aqui no Rio, na favela da Rocinha, que eu estive hoje, nós investimos mais de R$ 270 milhões. Nós lançamos o Programa de Aceleração do Crescimento, para o caso do saneamento, na metade de 2007. Começou a amadurecer porque o país parou de fazer projetos. Prefeitos e governadores apresentaram os projetos agora, em torno do início de 2008, e aceleraram. Eu estava vendo recentemente que nós temos hoje uma execução de obras no Brasil inteiro. No Rio, Rocinha, Pavão-Pavãozinho, Complexo do Alemão. Obras de saneamento, de habitação. A Baixada Santista, em São Paulo, e a Baixada Fluminense aqui no Rio de Janeiro tiveram um investimento monumental em saneamento.

Fátima Bernardes: A gente gostaria agora que a senhora, em 30 segundos, desse uma mensagem ao eleitor, se despedindo da sua participação no Jornal Nacional.

Dilma Rousseff: Eu agradeço a vocês dois e quero dizer para o eleitor o seguinte: o meu projeto é dar continuidade ao governo do presidente Lula. Mas não é repetir. É avançar e aprofundar, é basicamente esse olhar social, que tira o Brasil de uma situação de país emergente e leva o nosso país a uma situação de país desenvolvido, com renda, com salário decente, com professores bem pagos e bem treinados. Eu acredito que é a hora e a vez do Brasil e nós vamos chegar a uma situação muito diferente, cada vez mais avançada agora no final de 2014, deste governo.


O conteúdo é do portal G1, onde se hospeda o site do Jornal Nacional.

TV a Ver também sabatina candidatos a presidência

O TV a Ver também veiculará entrevistas exclusivas com os candidatos a presidência da república no decorrer dos próximos dias. As assessorias de todos os presidenciáveis foram contactadas por nossa equipe.

sábado, 7 de agosto de 2010

Globo não transmite começo do novo ciclo da Seleção

A Globo não vai transmitir o início do novo ciclo da Seleção Brasileira que marca a estreia do técnico Mano Menezes. Como o amistoso com os Estados Unidos está marcado para 21h, a emissora preferiu exibir Passione e Casseta & Planeta, preterindo o futebol.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXA_-tFBPBF9WZIZDhBwsU9lyAZZDfmn46YDtVCiYluCIGO1V7i_4EZmHbhnrD3-NyA68q8_cEBFjCPTPNnq7t3GMKH6jjzfegLxMWJGvnE4_7fqWTcM46ojRJq9k8bBEgAbNYpmgwrng/s1600/simbolo+ongame+hexagono+central+da+copa+wydparameninas+copy.jpg 
Maior revelação da Copa do Mundo estará de volta na próxima terça

Para compensar a não-transmissão do jogo ao vivo, a Globo vai voltar com a Central da Copa (pelo menos na grade divulgada a imprensa, segue o nome Copa) com Tiago Leifert e Caio Ribeiro. Será que andaram lendo o blog ultimamente?

A transmissão da partida acontecerá no canal pago SporTV. A assessoria de imprensa da Band confirmou há pouco que a emissora também não acompanha o jogo.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Futebol massacra debate da Band

http://www.abril.com.br/blog/chiado/files/2010/08/debate-band.jpg 

A Band atingiu resultados pífios de audiência com a transmissão do 1° debate das Eleições 2010. De ponta a ponta, a discussão de ideias entre os candidatos marcou 3 pontos, mas chegou a ficar com apenas 1 durante os momentos mais críticos. Enquanto isso, a Globo marcava 10 vezes mais ao modificar a grade para transmissão do jogo entre São Paulo e Internacional pela Libertadores. Mas não é para comentar a falta de estratégia da emissora da família Saad que fizemos esse post, como um bom blog politizado iremos abordar as propostas e performances dos candidatos presentes no Debate.

Conheça também o projeto da Globo para as Eleições

Dilma Rouseff
Para estreia, a ex-ministra até que não estava tão mal. Conseguiu reagir bem aos ataques que partiam de todos os lados, apenas foi pega de surpresa em questões como o mutirão da catarata e o apoio as APAEs. Essa falta de informação podia a complicar em uma situação de maior exposição.

José Serra
Com experiência de sobra, Serra aparentou ser o mais sereno entre os presentes. Sofreu por não poder ir diretamente contra o atual governo, já que não é uma boa criticar um presidente com 80% de aprovação.

Marina Silva
A candidata verde seguiu uma vibe do bem. Tentou se manter sem participar das discussões mais quentes, o que acabou a deixando um tanto quanto excluída do contexto.

Plínio Arruda
O candidato do PSOL não tinha nada a perder, então ousou bastante. Fez piadas, reclamou de não ser perguntado e ganhou votos. O senhor de 80 anos virou hit nas redes sociais e pode ganhar votos graças ao protesto dos jovens.

Globo repete Caravana JN. Desta vez, pelo ar

http://blogs.jovempan.uol.com.br/parabolica/wp-content/uploads/2010/08/avi%C3%A3ojn.jpg 

É ousado o plano da Globo para cobertura das Eleições 2010. A emissora vai repetir o projeto do pleito de 2006 quando fez a Caravana JN que percorreu o país dentro de um ônibus. Dessa vez, tem substituição. O ônibus é preterido por 2 aeronaves modernas. Isso mesmo, a Globo também disponibilizou uma aeronave reserva para série de reportagens denominada de JN no Ar. O comando também muda, sai Pedro Bial para entrada de Ernesto Paglia.

http://www.abril.com.br/blog/chiado/files/2010/08/jornal-nacional-aviao01.jpg http://www.abril.com.br/blog/chiado/files/2010/08/jornal-nacional-aviao02.jpg

A cobertura da emissora ns Eleições começou oficialmente na segunda. A partir do dia 9, os presidenciáveis mais bem colocados nas pesquisas serão sabatinados na bancada do Jornal Nacional.

Dia 9 - Dilma Rouseff
Dia 10 - Marina Silva
Dia 11 - José Serra

As impressões que o debate da Band deixou. Emissora marcou 3 pontos

Os candidatos acima citados já tem diariamente 1 reportagem de 50 segundos (cada) sendo exibida no JN. Eles também deverão estar no debate que a emissora carioca promoverá na última semana de campanha eleitoral. Para entender todos os detalhes do JN no Ar, assista do vídeo abaixo.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Apelação é caminho escolhido pelo Busão do Brasil

Lembram de quando falei que o Busão do Brasil tinha qualidades? Ficaram na estreia. O programa preferiu seguir o caminho da apelação barata e gratuita para tentar aumentar a audiência, sendo que nem conseguiram isso. Abaixo algumas imagens que foram ao ar dentro do reality. Lembrando que ele vai ao ar por volta das 21h.

http://imagem.band.com.br/FOT_FT2_39210.jpg
 http://imagem.band.com.br/FOT_FT2_39208.jpg
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgUghj5QrcPWSwhNXzDhYYgOrHHVQLHfHtPd3U05SAtzITn2CZMDGmveQ6NDNJvY5OjX7mme3sC8iXBj5cchfZrrIFCRhNqhU0KJCl3tkWfU_yWQSxGtVob1gXonjxug_BerwZNTV0ZTTti/s1600/2-003.jpg 
 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgeKc0sd-3QuJos2wbLUFuhQJs4Q4V8IwgzdlSPjJwnSQWxXtKNZqhyphenhyphenIqAyuGmFF-cG_Y1FRqYlMyXsSrPWw4vqI_UwPy9K57c462r3l-hDbsSQam0b4kV4GgzC5klWn1UOkchsq3saOIkz/s1600/julio.jpg
 https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhAyw4AYHNTFMwfesJ81DzA3xN-scI5QBU1c2A4IsW52DIydP5EcuIzCZ14coO5L5WNAbKu-mXMPwziL953hS0YVjZhTuqDI1muIdWbsBMfLRimUQ326UmLTQJFLZOv9Gyj1XXrxyH-Au2a/s1600/2-004.jpg

Cadê o Ministério da Justiça, tão implacável com as novelas, para ver isso?

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Apresentadores do Manhã Maior falam sobre incidente

O Manhã Maior da Rede TV falou publicamente sobre a polêmica realizada após a ligação mal intencionada de um telespectador que disparou ofensas durante uma transmissão ao vivo. A apresentadora Keila Lima fez um pedido de desculpas aos telespectadores.



Assista ao vídeo onde o telespectador ofende apresentadores do programa

No Twitter, Daniela Albuquerque citou indiretamente o caso. Obrigada pelo carinho!!! Respeito é tudo!!!, disse a morena que também apresenta o Dr. Hollywood.

Criança Esperança está sendo desfigurado em 2010

As notícias que chegam sobre o Criança Esperança não são nada animadoras.Wolf Maya está conseguindo destruir o musical que tem como objetivo arrecadar fundos para ajudar crianças e adolescentes carentes.


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfzqA9BLLE3_264cORnEvOJKm2fKneR2KQfccoSypIUuo0IryNEEnFCNt40h87i67N-_Gg7zYb4qdPPRex90ZMuQ75g_txYBjZbVcAjRtvvSZfsJlx87ZetQXplfPB8lXOtvTOuccWS7U/s400/crian%C3%A7a+esperan%C3%A7a.jpg 

A edição 2010 do evento não contará com presenças ilustres como Victor e Leo, Wanessa Camargo, Bruno e Marrone, Zezé di Camargo e Luciano. Outros nomes como Cláudia Leitte e Daniela Mercury ainda não foram confirmados. E o pior: Os artistas que irão ao evento não cantarão seus principais sucessos, a direção preferiu usar as estrelas para cantar músicas sobre amizade e companheirismo. O efeito que isso tudo terá? Menos gente assistindo, logo menos gente doando. Efeito parecido com o que o Teleton do SBT vem sofrendo a alguns anos, o evento está cada vez mais desinteressante e arrastado, em nada lembrando os bons tempos que já teve.

Veja como fazer sua doação para o Criança Esperança