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sábado, 30 de outubro de 2010

Lucas Félix: Brasil sairá fortalecido das urnas neste domingo

Independente de quem surgir como vencedor, o Brasil sai mais forte que entrou dessas Eleições. As mais importantes dos últimos 8 anos,com 6 votos no 1° turno.

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As Eleições 2010 deixaram sua marca na história. Figuras históricas como Arthur Virgílio e Marco Maciel foram derrotadas nas urnas. Nas disputas estaduais, a onipresença do presidente Lula conseguiu eleger uma maioria gigantesca de seus aliados, mas o super-presidente não conseguiu obter o mesmo êxito em São Paulo e Minas Gerais, os 2 maiores colégios eleitorais do Brasil. Na Câmara e no Senado, os aliados da atual base governista também conseguiram maioria absoluta.

A disputa também marcou o surgimento de novas figuras que iremos lembrar por algum tempo. Plínio de Arruda movimentou os debates e livrou o eleitor do tédio em diversas ocasiões, Marina Silva foi a 3° colocada a receber mais votos na história do Brasil e surpreendeu com 20% dos votos, o palhaço Tiririca foi amado por uns e odiado por outros, mas conseguiu ser o candidato a deputado federal mais votado em 2010 e até mesmo Weslian Roriz que virou símbolo dos debates eleitorais.

Porém, as figuras centrais desse jogo foram Dilma Rousseff e José Serra. De acordo com as pesquisas; Dilma abriu 20 pontos de diferença em alguns momentos, mas também chegou ao empate técnico em outros. E chega ao final com uma vantagem considerável que pode a consagrar como presidente do Brasil amanhã.

Tensão

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A campanha promoveu vários momentos de tensão. Boatos sobre o aborto começaram a baixar o nível, sendo contra-atacados depois com boatos sobre a privatização de empresas. Bolinhas de papel e bexigas de água foram atiradas contra os candidatos. Saúde e educação deram lugar a Erenice Guerra e Paulo Preto, ex-assessores dos candidatos que se envolveram em esquemas de corrupção. Enfim, propostas mesmo só ontem com o modelo forçado do debate global.

Nova potência

O Brasil se consolida como uma das novas forças econômicas do mundo e nenhum dos candidatos que ganhar deve atrapalhar esse processo. Tanto Dilma quanto Serra devem seguir a política atual, sem nenhuma grande mudança. O próximo presidente terá o trabalho apenas de ir remando o barco que já está seguindo seu rumo certo.

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domingo, 10 de outubro de 2010

Mesmo com gafe, Band deu show

Tudo bem que foi constrangedora a gafe de Luciano do Valle, mas nem isso conseguiu ofuscar o show que a Band deu ao transmitir hoje a final do Mundial de Vôlei. A emissora deixou de lado a transmissão do futebol para exibir o duelo entre Brasil e Cuba. Manteve a coerência de quem transmitiu todos os jogos do Brasil no campeonato, desde os que caíram na madrugada até os que caíram em horário nobre.

A audiência correspondeu. A Band oscilou entre 4 e 5 pontos durante toda a transmissão e manteve os índices que geralmente teria exibindo o futebol.

BRASIL CAMPEÃO

Como esperado, o Brasil deu seu tradicional show e colocou mais um título em seu vitorioso hall. A seleção brasileira de vôlei se tornou a segunda da história a ganhar três títulos mundiais seguidos. O time de Bernardinho fez mais uma partida impecável, venceu Cuba por 3 a 0, na Itália, e aumentou a sua supremacia na modalidade. As parciais da vitória foram de 25-22, 25-14 e 25-22.


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Campeã mundial em 2002 pela primeira vez, a seleção estendeu a sua hegemonia com o título em 2006 e chegou à terceira taça do Mundial neste domingo, empatando com a Itália, que tinha vencido os três Mundiais anteriores consecutivamente, em 1990, 1994 e 1998.

Com o título, a seleção coroa a nova geração do vôlei brasileiro. Com Giba no banco e apenas dois campeões olímpicos jogando regularmente, Dante e Rodrigão, o time ganha novo impulso para conseguir muitos êxitos na próxima década. Nomes como Leandro Vissotto, Bruninho e até Murilo têm muitos anos de carreira pela frente.

Agora o Brasil se tornou o segundo maior vencedor da história do Mundial, ao lado justamente da Itália. A ex-União Soviética levou seis taças entre 1949 e 1982.

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A supremacia brasileira é impressionante. Além do tri mundial, a equipe venceu oito das últimas dez edições da Liga Mundial e conquistou um ouro e uma prata nas duas últimas edições dos Jogos Olímpicos.

A vitória apaga de vez a polêmica que foi criada durante o Mundial, no qual um regulamento possibilitava que uma equipe que perdesse uma partida pegasse adversários mais fáceis na fase seguinte. Bernardinho escalou uma seleção reserva no jogo contra a Bulgária, levando uma enxurrada de críticas, apagadas definitivamente pelo ouro.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Dia da independência acaba em eliminação

 . Foto: Reuters


O Brasil lutou, mas se despediu nesta terça-feira do Mundial de Basquete da Turquia após perder por 93 a 89 da arquirrival e favorita Argentina, em partida emocionante no ginásio Sinan Erdem, em Istambul. Com isso, repetiu-se o cenário da edição de 2002, quando a Argentina também deixou o Brasil pelo caminho, naquela ocasião nas quartas de final do torneio. O arquirrival também levou a melhor contra a equipe brasileira nos Pré-olímpicos de Atenas e Pequim.

Comandada pelo técnico Rubén Magnano, campeão olímpico com os rivais em 2004, o Brasil não se intimidou e fez os adversários suarem, a ponto de a partida chegar para o último quarto empatada. No entanto, no fim, os arquirrivais abriram vantagem e avançaram em pleno feriado de Independência do País.
O pivô Luis Scola, grande destaque do Mundial até o momento, mais uma vez brilhou e foi o cestinha da partida, com 37 pontos. Pelo lado brasileiro, o capitão Marcelinho Huertas teve uma atuação espetacular, com 32 tentos. Leandrinho colaborou com mais 20.
Como dissemos no título do post, hoje é o dia da Independência do Brasil. Abaixo seguem vídeo de reportagem da Record sobre a data:

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Que venham os hermanos!

Com informações do Terra


 . Foto: AP


O Brasil venceu a Croácia com facilidade por 92 a 74 nesta quinta-feira, no confronto direto pela terceira colocação do Grupo B do Mundial de basquete masculino, na Turquia.

Com o resultado, a Seleção terminou a primeira fase com oito pontos e terá pela frente a forte equipe da arquirrival Argentina, que ficou em segundo no Grupo A após perder da Sérvia (próximo adversário dos croatas) também nesta quinta.

O duelo marcará o reencontro do técnico do time brasileiro, Ruben Magnano, com o time de seu país natal. O treinador conduziu os argentinos à medalha de ouro da Olimpíada de Atenas em 2004.

Na última vez que enfrentou a Argentina pela competição, a Seleção levou a pior, sendo eliminada nas quartas de final do Mundial dos Estados Unidos, em 2002 (Magnano já comandava a equipe rival).


Brasil marca encontro com os argentinos (agência Reuters)

Depois da atuação irregular na derrota contra a Eslovênia, na última quarta-feira, o Brasil dominou a maior parte da partida desta quinta. No primeiro quarto, chegou a abrir vantagem de oito pontos, mas deixou o rival encostar, fechando o período com 22 a 19.Da segunda parcial em diante, porém, o time de Magnano manteve o controle do jogo: fechou a primeira metade 13 pontos na frente, venceu fácil no terceiro quarto (24 a 15) e administrou a vantagem nos últimos dez minutos.
O ala Marcelinho Machado foi o grande nome brasileiro no duelo, com 18 pontos (cestinha do jogo). Pelo lado croata, Marko Popovic se destacou, com 15 tentos.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Derrota. Desta vez, com sabor de derrota

Alex na partida do Brasil no basquete


Com um péssimo segundo quarto, a seleção brasileira não conseguiu manter o nível de basquete que demonstrou contra os Estados Unidos e perdeu para a Eslovênia por 80 a 77 nesta quarta-feira. 
O principal destaque da partida foi o armador Jaka Lakovic, do Barcelona, que converteu seis cestas de três e terminou a partida como cestinha com 20 pontos ao lado do brasileiro Marcelinho. Além dele, o pivô Primoz Brezec marcou 16, todos no primeiro tempo da partida. 

No lado brasileiro, além do jogador do Flamengo, o pivô Tiago Splitter foi muito bem com 19 pontos. Outro que se destacou foi Marcelinho Huertas com 10 assistências.

Com a derrota, o Brasil foi superado pela Eslovênia no Grupo B e ocupa a quarta colocação com seis pontos. Os europeus chegaram aos sete e estão em segundo. O time de Rubén Magnano volta à quadra na quinta-feira para enfrentar a Croácia, partida que decide o terceiro lugar do grupo. O Brasil já está classificado, mas precisa vencer para não enfrentar a forte Argentina já nas oitavas de final do torneio.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Derrota com sabor de vitória

Com informações do Globoesporte.com

 Se existem derrotas que valem mais que vitórias, o Brasil experimentou o sabor de uma delas nesta segunda-feira. Após duas atuações apagadas contra os fracos Irã e Tunísia, a seleção de Rubén Magnano se agigantou – e logo contra os Estados Unidos. Perdeu o jogo, mas ganhou moral. Vestindo verde e se agarrando à esperança o tempo todo, a equipe virou o primeiro tempo na frente, manteve o placar apertado até o fim e só viu a vitória escapar na última bola. No banco, o carrasco Rubén Magnano quase beliscou mais uma em cima dos craques da NBA. Desta vez não deu, 70 a 68. Mas foi, com sobras, a atuação que o Brasil perseguia para recuperar a confiança.

Após o alívio de segunda-feira, a seleção ganha uma merecida folga na terça e só volta à quadra na quarta, para enfrentar a Eslovênia. Aí, sim, começa para valer a briga por posições no grupo B. A primeira fase termina na quinta, contra a Croácia. Os quatro primeiros se classificam para as oitavas de final.

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Durante o aquecimento, o armador Russel Westbrook dançava após cada bandeja. Kevin Durant era mais comedido que seu companheiro. Olhava Anderson Varejão fora da quadra e parecia imaginar que, sem o ala-pivô do Cleveland Cavaliers, encontaria do outro lado uma equipe fragilizada. Enganou-se. Um Brasil atento, preciso no ataque e na defesa e com postura de vencedor mostrou a sua cara. Fez o que nenhuma outra seleçao da chave conseguiu: virar o primeiro quarto na frente dos americanos (28 a 22).

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Quem achava que já era o suficiente se surpreendeu com o segundo período. Assustados, os americanos não conseguiam pôr em prática os contra-ataques que até então tinham sido letais. A marcação brasileira fechava a porta e só Kevin Durant ousava tentar passar por ela. A jovem estrela carregava o time nas costas e ouvia a arquibancada pedir por defesa depois que a diferença chegou aos oito pontos (33 a 25).

Na metade do segundo quarto caiu para um, após um breve momento de desatenção que levaou a erros bobos de passe. Nada que não pudesse ser recuperado por Marquinhos, com a mão certeira da linha de três. Que não pudesse ser resolvido por Splitter, gigante nos dois garrafões. Com a pontuação bem distribuída, os comandados de Magnano sobraram e conseguiram o que soava impossível: foram para o intervalo carregando uma vantagem de 46 a 43.

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O estrango era tamanho que o técnico Mike Krzyzewski se levantou da cadeira, abandonou o temperamento zen e reclamou muito com sua equipe. O Brasil continuava ditando o ritmo e isso o incomodava. Durant e Derrick Rose trataram de acalmar o chefe. Foram eles que colocaram os Estados Unidos na frente: 52 a 50. Magnano pensava rápido, coçava a cabeça e chamava Alex para o jogo, já que Huertas estava pendurado com quatro faltas, mesma condição de Splitter. O time sentiu o golpe com a saída do armador. Em uma sequência sem sucesso de arremessos longos, deixou o adversário escapar (61 a 55). Por pouco tempo. Leandrinho tomou a iniciativa e diminuiu ao fim do terceiro período: 61 a 59.

Antes da volta para os últimos dez minutos, uma pane no placar colocava os americanos na posição confortável que vinham encontrando no torneio: 61 a 0 a seu favor. Era só um erro tecnológico. Ao fundo, a trilha sonora parecia ter sido escolhida a dedo para os brasileiros.

Tocava I got a feeling, do Black Eyed Peas, prevendo o sentimento de uma noite boa Istambul. Durant começou a errar lances livres. Marquinhos acertava mais uma de três e ganhava vaias como resposta.

Os americanos tinham mais um ataque e dois pontos de frente. Erraram. Restando 7s, com a Abdi Ipekci de pé, Huertas partiu para a cesta, sofreu falta e a bola caprichosamente bateu no aro e não caiu. A 3s, ela chorou de novo no primeiro lance livre. Ele errou o segundo de propósito para aproveitar o rebote, mas Leandrinho, bem marcado, não conseguiu converter os pontos que dariam o empate. Fim de jogo. Os americanos aplaudiam, e no centro da quadra os brasileiros se abraçavam, certos do dever cumprido.

sábado, 7 de agosto de 2010

Globo não transmite começo do novo ciclo da Seleção

A Globo não vai transmitir o início do novo ciclo da Seleção Brasileira que marca a estreia do técnico Mano Menezes. Como o amistoso com os Estados Unidos está marcado para 21h, a emissora preferiu exibir Passione e Casseta & Planeta, preterindo o futebol.

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Maior revelação da Copa do Mundo estará de volta na próxima terça

Para compensar a não-transmissão do jogo ao vivo, a Globo vai voltar com a Central da Copa (pelo menos na grade divulgada a imprensa, segue o nome Copa) com Tiago Leifert e Caio Ribeiro. Será que andaram lendo o blog ultimamente?

A transmissão da partida acontecerá no canal pago SporTV. A assessoria de imprensa da Band confirmou há pouco que a emissora também não acompanha o jogo.

domingo, 25 de julho de 2010

BRASIL: 9 VEZES CAMPEÃO!

Com informações do Terra 

 Com direito a uma virada heroica no quarto set, o Brasil venceu a Rússia por 3 a 1 na noite deste domingo, em Córdoba (Argentina), parciais 25/22, 25/22, 16/25. 25/23, e se sagrou campeão da edição de 2010 da Liga Mundial de vôlei masculino.

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O feito dos comandados de Bernardinho foi histórico, já que o País ultrapassa a Itália em número de títulos (nove a oito) e se torna o maior vencedor da história da competição.

A seleção masculina volta ao Brasil no início da tarde desta segunda-feira atingindo a liderança do ranking da Liga Mundial, com 15 medalhas - sendo nove de ouro, duas de prata e quatro de bronze em vinte edições da competição. A Itália perdeu a ponta da tabela, ficando com oito ouros, três pratas e dois bronzes (13 medalhas).

O Brasil precisou de 1h57 para fechar o jogo. Venceu os dois sets com consistência, mas caiu de produção na terceira parcial.

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A situação parecia que iria ficar ainda mais complicada quando os russos abriram 20 a 16 no quarto set. No entanto, a equipe verde-amarela buscou a virada e fez a festa do título em solo argentino.

A organização da fase final da competição, aliás, preparou a cerimônia de encerramento da competição organizando as bandeiras dos países em posição que dava à Rússia a primeira colocação, a segunda ao Brasil, com Cuba em terceiro lugar.

O equívoco pode ter incentivado os atletas brasileiros, que tomaram conhecimento desse fato. Tranqüilo, o Brasil começou melhor no primeiro set, acertando todos os seus pontos e contando com alguns erros dos russos, que, nervosos, reclamavam bastante com a arbitragem.

 Os brasileiros não entraram na catimba europeia, e chegaram às duas paradas técnicas com vantagem no placar, garantindo uma curta vantagem variável de três a quatro pontos, que foi mantida até o final do set em que chegaram à vitória por 25 a 22, após 30 minutos de jogo.

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No segundo set, a Rússia começou tendo um melhor desempenho que na primeira parcial, igualando as ações com o Brasil, e impondo algum incômodo ao técnico Bernardinho, aparentemente mais calmo que o comum - ao contrário do time russo, que voltava a creditar aos brasileiros os erros que cometia em quadra, reclamando da arbitragem.

À medida que o set se encaminhava para o seu final, os brasileiros voltaram a tomar a ponta do placar, chegando a abrir quatro pontos após a segunda pausa técnica, encerrando o segundo período em novo 25 a 22, desta vez em 26 minutos.

Reação russa

Na terceira parcial, no entanto, o Brasil relaxou e os russos aproveitaram o momento para tornar o seu jogo mais ofensivo. Em grande atuação na rede, os russos bloquearam pelo menos cinco vezes no período, passando à frente no placar e abrindo a maior vantagem da partida, de seis pontos desfavoráveis ao Brasil na segunda pausa técnica.

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Na volta à quadra, Bernardinho realizou várias alterações na equipe, como as entradas do capitão Giba e do levantador Bruninho, que pouco jogaram na fase final. João Paulo e Sidão foram outros a sair do banco, mas a situação de nada adiantou, e o Brasil acabou perdendo o terceiro set por 25 a 16, em 24 minutos.

No terceiro set, o jogo persistiu com o empate rigoroso do início da segunda parcial, até que o Brasil errou um bloqueio e sofreu outro, e deu uma vantagem de dois pontos ao time russo na primeira pausa técnica. Após algum tempo perdido, o time brasileiro encontrou forças e tirou uma diferença de três pontos ao empatar em 13 a 13, obrigando o técnico do time russo, o italiano Danielle Vagnoli, pedir tempo.

O Brasil chegou a virar o placar, chegando a fazer 15 a 14, mas viu os russos voltarem a acertar no bloqueio, marca de sua recuperação parcial, e chegaram a 16 a 15 na segunda pausa. Depois dela, continuaram a se recuperar no set e voltaram a colocar quatro pontos a seu favor, em 20 a 16 - o que fez o técnico Bernardinho pedir tempo.

Brasil reage e é campeão

A pausa surtiu efeito, e o Brasil passou a utilizar as armas dos russos, em ataques centrais e bloqueios na mesma região da rede. Assim, os russos sentiram a pressão e deram quatro pontos aos brasileiros, fazendo com que Vagnoli resolvesse parar o jogo.

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Na volta à quadra, o Brasil conseguiu explorar o bloqueio rival a seu favor e conseguiu virar o jogo, chegando a fazer 24 a 22 no placar do set. Dante teve um match point, mas acabou errando em novo bloqueio russo. Em saque errado do russo Krasikov, o Brasil faz o 25º ponto e fecha o jogo em 3 sets a 1, em duas horas e nove minutos de jogo, com o tradicional peixinho da vitória dado pela nona vez na história da Liga.

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Parabéns a todos os ENEACAMPEÕES! Valeu, Brasil!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

O lamento de um país inteiro após trágica eliminação na Copa

A nação inteira chora. O momento é de dor e luto. Estamos fora da Copa. Em 2010, o sonho acabou. Nosso hexa é novamente adiado. Não há o que comentar nesse momento onde o luto é o sentimento mais presente no Brasil. Fica marcada a imagem de Júlio César chorando logo após a partida, um choro que deve ter sido compartilhado com 180.000.000 de pessoas.

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Copa online: Torcida brasileira também se lamenta. Veja imagens

segunda-feira, 28 de junho de 2010

SEXTA, 11h: Brasil e Holanda tem ótimos retrospectos, mas só um irá avançar

Com informações de Abril.com

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O jogo entre Brasil e Holanda, nesta sexta-feira, às 11h, pelas quartas de final da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, vai reunir as duas maiores pontências do futebol mundial nos últimos dois anos. Enquanto todos falam da força do duelo entre Alemanha de Argentina, outra partida que definirá um semifinalista, no sábado, brasileiros e holandeses exibem um retrospecto de resultados invejável, o melhor entre os favoritos ao título.

A laranja mecânica vai colocar sua invencibilidade de 23 jogos à prova. A última derrota do time de Robben, Kuyt, Van Persie e Sneijder foi em junho de 2008 - derrota para os russos por 3 a 1 nas quartas-de-final da Eurocopa. De lá para ca, venceram todos os jogos oficiais - oito pelas eliminatórias e quatro pelo Mundial de 2010, o último nesta segunda-feira, com placar de 2 a 1 sobre a Eslováquia pelas oitavas - e não perderam nenhum amistoso.

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Com goleadas nos jogos preparatórios para a Copa, 6 a 1 na Hungria e 4 a 1 em Gana, a Holanda desembarcou em Joanesburgo como favorita e vem se apresentando da mesma maneira que começou a disputa da Eurocopa de 2008. Na ocasião, o time comandado na época por Marco Van Basten, considerado o criador deste “esquadrão”, caiu nas quartas depois de ter 100% de aproveitamento na primeira fase do torneio - ganhou da Itália (3 x 0), da França (4 x 1) e da Romênia (2 x 0).

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Agora encara o Brasil também nas quartas com retrospecto idêntico - venceu todas na Copa contra Dinamarca (2 x 0), Japão (1 x 0), Camarões e Eslováquia (ambos por 2 a 1).

A seleção de Dunga tem retrospecto parecido. Fez a melhor campanha nas Eliminatórias Sul-Americanas e alcançou nesta segunda-feira ao bater o Chile por 3 a 0 uma série invicta de 10 jogos. Seriam 29 partidas sem perder não fosse a derrota para a Bolívia por 2 a 1 com time reserva - o time já estava classificado para a Copa - e na altitude de 3,6 mil metros da cidade de La Paz em 11 de outubro de 2009.

Antes de cair ante a falta de oxigênio da cidade boliviana, o time ostentava uma invencibilidade de 19 jogos. Havia perdido apenas para o Paraguai por 2 a 0 em 15 de junho de 2008, numa atuação abaixo da crítica contra o então time de Cabañas, em Assunção.

Até a badalada Espanha, campeã da Eurocopa e considerada principal candidata ao título, perdeu mais vezes que brasileiros e holandeses. Deixou de ser imbatível contra a Suíça, perdendo por 1 a 0 na estreia - a maior zebra da Copa até agora - e foi derrotada para os Estados Unidos em junho de 2009 na semifinal da Copa das Confederações.

OITAVAS: Brasil goleia e carimba passaporte para próxima frase

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Com informações de Abril.com

O Brasil venceu o Chile por 3 a 0, fez aquele que foi o seu melhor jogo da Copa do Mundo e garantiu a vaga nas quartas de final contra a Holanda. Com gols de Juan, Luís Fabiano e Robinho, o time de Dunga mostrou um futebol rápido, envolvente e o mais importante, eficiente.

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A vitória mantém a freguesia do Chile em relação ao Brasil: são cinco jogos na Era Dunga em que o Brasil venceu o Chile, com 23 gols marcados. Foi ainda a terceira vitória brasileira em confrontos diretos com o Chile em Copas do Mundo. As outras foram na semifinal de 1962 (4 a 2) e nas oitavas de final de 1998 (4 a 1).

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Além disso, o triunfo coloca o time pentacampeão mundial para fazer o quarto confronto com a Holanda em uma Copa do Mundo. Em 1994 (triunfo por 3 a 2) e 1998 (vitória na disputa por pênaltis), eliminou os europeus nas quartas de final e na semifinal, respectivamente. Perdeu só em 1974 na segunda fase por 2 a 1, em jogo que valeu a classificação da Laranja Mecânica para a decisão.

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No Tumblr, a expectativa pelo duelo com os holandeses


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A notícia ruim fica por conta da suspensão de Ramires. O meio campo mostrou um futebol rápido e melhorou bastante a qualidade do setor que teve muita dificuldade contra Portugal. Pelo ótimo rendimento, poderia até ganhar a vaga de Felipe Melo para a próxima fase. Lúcio, para variar, manteve o excelente futebol e foi outro ponto positivo no time de Dunga. Kaká também mostrou que está recuperando as suas qualidades após a lesão. Agora é mostrar o bom futebol na sexta-feira, às 11h, contra a Holanda.

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sexta-feira, 25 de junho de 2010

Brasil garante seu lugar nas oitavas após empate com portugueses

Com informações da Abril.com

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O Brasil segurou empate por 0 a 0 contra Portugal, nesta sexta-feira, no Estádio Moses Mabhida, em Durban, e fechou a primeira fase na liderança do Grupo G da Copa do Mundo de 2010. O resultado levou o time dirigido por Dunga a sete pontos, enquanto os portugueses também se classificaram para as oitavas de final, com cinco.

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Na partida que fechou a participação nacional na fase de grupos, o Brasil atuou com uma formação remodelada. A equipe não contou com Kaká, suspenso por ter recebido cartão vermelho contra Costa do Marfim, Elano, contundido, e Robinho, poupado. E a falta da criatividade desses jogadores prejudicou a seleção verde-amarela, que, no começo do segundo tempo, chegou a ser pressionada pelos portugueses.


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Mesmo diante de grandes falhas no setor ofensivo e do perigo que as arrancadas de Cristiano Ronaldo ofereciam, o Brasil segurou o resultado que o manteve na ponta. Na outra partida da chave, Costa do Marfim ganhou da Coreia do Norte por 3 a 0, mas ambas as seleções estão eliminadas.


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O empate deu ao Brasil o primeiro lugar na fase de grupos em sua oitava Copa consecutiva. A equipe de Dunga, porém, não conquistou os mesmos 100% de aproveitamento de seus dois antecessores. Luiz Felipe Scolari, em 2002, e Carlos Alberto Parreira, em 2006, venceram os três jogos da primeira etapa.
Nas oitavas de final, o Brasil ainda não tem adversário. A seleção verde-amarela enfrentará o segundo colocado do Grupo H, que pode ser Espanha, Suíça, Chile ou Honduras.

domingo, 20 de junho de 2010

Brasil vence Costa do Marfim, e também convence

Com informações do Abril.com

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O Brasil bateu a Costa do Marfim por 3 a 1, neste domingo, no estádio Soccer City, em Joanesburgo, e é a segunda seleção classificada para às oitavas-de-final da Copa do Mundo - a primeira foi a Holanda. A vitória da seleção brasileira teve show particular de Luís Fabiano, que não marcava fazia seis jogos. O fabuloso fez dois gols, o segundo uma pintura após dar chapéu em dois defensores marfinenses.

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A seleção brasileira teve dificuldades para furar o bloqueio armado por Eriksson no começo da partida. O equipe africana marcava o Brasil num 4-5-1, e travava a saída de bola pelo meio e pelas laterais, forçando o Brasil a desperdiçar ataques com longos lançamentos.

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Com jogadores altos, cinco deles com mais de 1,85 m, A Costa do Marfim procurava ameaçar em cruzamentos, mas não chegou a assustar a meta de Júlio César na primeira etapa. Aos 24 minutos o Brasil encotrou o caminho para furar a barreira marfinense armada pelo técnico rival. Kaká, Robinho e Luis Fabiano fazem bela triangulação e a bola sobra para o camisa 9 livre dentro da área ajeitar e fuzilar o gol de Boubucar Barry.

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Depois do gol, a seleção brasileira tomou conta do jogo, trabalhando bem a posse de bola. Os marfinenses, que jogavam desde o campo de ataque pressionando a saída de bola, recuaram, mesmo com o placar adverso e não conseguiam assustar. O Brasil entrou no segundo tempo disposto a decidir e liquidou o jogo logo no começo.

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Aos cinco minutos, Luis Fabiano dá dois chapéus nos zagueiros marfinenses, domina no braço e chuta de esquerda para fazer o segundo dele no jogo. Depois foi a vez de Kaká aparecer na assistência. Michel Bastos encontra o meia  livre na esquerda. Ele avança e cruza para Elano tocar no canto esquerdo e fazer 3 a 0.

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Com o placar elástico, O Brasil parou de atacar e a Costa do Marfim passou a pressionar e começou a tocar mais a bola. Atrás no marcador, os jogadores da Costa do Marfim deixaram o jogo mais duro e começaram a abusar das faltas.


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Aos 22min da etapa final, o lance mais ríspido do jogo. Elano disputou bola com Tioté e levou a pior ao dar um carrinho na bola e levar uma pacada na perna direita. O meia deixou o gramado substituído por Daniel Alves, preocupando os companheiros e tendo de ser carregado, chorando até o vestiário.

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Eriksson decidiu mexer, colocou Romaric no lugar de Eboué e  mudou a cara do time. No primeiro lance dele no jogo, ele arriscou da entrada da área e Julio Cesar espalmou. Aos 34 minutos, ele cruzou para Drogba, livre de marcação, diminiur de cabeça.

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A nota triste do jogo para a seleção brasileira foi a expulsão de Kaká aos 41 minutos da etapa final, com o jogo resolvido. O meia, que tinha levado amarelo após cometer falta, entrou na provocação dos marfinenses e deu uma cotovelada  em Tioté, o mesmo que tirou Elano do jogo, e foi expulso, armando tumulto entre os jogadores.

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Além de garantir a vaga nas oitavas-de-final, o Brasil manteve 100% de aproveitamento contra equipes africanas em Cops do Mundo. Foram seis jogos e seis vitórias. O tento marcado por Drogba foi o primeiro que o time canarinho tomou contra os times do continente. Esta foi a sétima vitória seguida do time de Dunga. A última derrota foi contra a Bolívia por 2 a 1 pelas eliminatórias sul-americanas.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Brasil tem apagão e susto, mas bate Coreia do Norte

Com informações do Abril.com

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O Brasil venceu a Coreia do Norte por 2 a 1 e começou a Copa do Mundo de 2010 com uma vitória apertada. Depois de um primeiro tempo apático, com quase nenhuma chance de gol, a seleção brasileira achou no lado direito a solução de todos os problemas. Na primeira, Maicon recebeu belo passe de Elano e praticamente junto à linha de fundo abriu o placar. Pouco tempo depois, Robinho deu a bola para Elano, que aumentou a vantagem.

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A vitória dá a chance ao Brasil de se classificar já na próxima rodada. Basta vencer a Costa do Marfim neste domingo e torcer para que a Coreia do Norte vença Portugal ou segure o empate. Assim, o time garantiria a classificação para as oitavas de final sem a necessidade de nenhum resultado contra Portugal. A igualdade garantiria, até mesmo, a liderança antecipada.

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O jogo começou bom para o Brasil. O time parecia impor bem o seu ritmo para cima da Coreia do Norte, inicialmente assustada dentro de campo. Aos 3 minutos, Robinho já pedalava e dava rolinho. Quatro minutos depois, pedalou mais uma vez e chutou, mas sem direação. Aos 12 minutos, Elano aproveitou rebote do chute de Maicon e chutou em cima do goleiro norte-coreano.

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A partir daí os asiáticos pareciam mais calmos dentro de campo. Tanto que aos 15 minutos Jong Kyonk chutou da entrada da área, não chegou a assustar Júlio César, mas mostrou que o time saberia lidar com a pressão. A reposta brasileira veio aos 20 minutos, com Robinho. O santista recebeu passe da Kaká, mas chutou fraco, em cima do goleiro. Seis minutos depois, Maicon chutou mais uma vez depois de receber a bola pela direita e chutou em cima do goleiro.

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O primeiro tempo acabava, e o problema da Era Dunga imperava dentro de campo. Não conseguir criar jogadas ofensivas quando o time adversário fica com dez no campo de defesa. O time foi para o vestiário sob vaias mais fortes do que as vuvuzelas e com uma apresentação que não agradou apenas aos norte-coreanos.

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Na volta para o segundo tempo, sem nenhuma alteração, o time voltou ainda com o domínio da bola, mas com problemas para chegar com perigo ao gol de Myong Guk. A primeira chance aconteceu aos 5 minutos, em uma cobrança de falta. Michel Bastos chutou com força e muito efeito, mas para fora do gol.

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Dois minutos depois, em ótima jogada pela direita, o Brasil abriu o placar. Elano passou para Maicon, que passou em velocidade e arriscou um chute quase sem ângulo, colado à linha de fundo. Se antes o efeito da Jabulani era problema, naquele instante, virou solução. O goleiro Myong Guk caiu sem entender como aquela bola havia entrado. As câmeras mostraram efeitos mirabolantes que acabaram dando mais tranquilidade para o Brasil.

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O Brasil trocava passes e mostrava tranquilidade dentro de campo. A Coreia do Norte tentava algumas jogadas a longa distância, mas não chegava a assustar. Foi aí que Robinho achou um buraco perfeito da entrada da área e deu um passe para Elano, que entrava sozinho na área. O meio-campo tocou de chapa, para o fundo da rede e sem nenhuma chance para Myong Guk. Por coincidência, o camisa sete já seria substituído antes de fazer o gol e acabou deixando o campo para a entrada de Daniel Alves.

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Depois, quando o time já se tranquilizava com a vitória, quando Yun Nam foi para dentro da área e chutou forte sem chances para Júlio César. Apesar da derrota, os coreanos comemoravam como se fosse estivessem triunfando no Ellis Park.